La Libertad, El Salvador

El Salvador é um pais pequenino, mas que nos recebeu de braços abertos.

Os postos fronteriços estão bem organizados e os funcionarios são bastante prestáveis, sobretudo quando vêem a Amália Frida. Assim que ela lhes pisca o olho, desfazem-se logo em amabilidades. Que atiradiça esta Amália, mas que podemos fazer, aliás, tem dado jeito 😉

Tal como na Guatemala, também neste país só estivemos alguns dias, pois é muito alta a nossa expectativa de chegar à Nicarágua onde acreditamos deveremos passar quase um mês a conhecer as maravilhas deste país que sempre nos fascinou.

Mas, o pouco tempo que aqui passamos, só nos permite dizer bem deste país.

Tudo é ainda muito simples por estas bandas, isto apesar de algumas aldeias já começarem a receber muita influencia estrangeira, sobretudo em busca dos famosos, mas ainda praticamente virgens, spots de surf Salvadorenhos.

E, essa simplicidade é absolutamente encantadora.

Aqui todo o turismo gira em volta do Surf, então por todo o lado se promove a prática deste desporto, mas sempre de maneira muito primária, mas a nosso ver muito eficaz, porque parece quase natural.

E, depois vêm as paisagens naturais, com escarpas incríveis a permitir usufruir de umas vistas impresionantes sobre o Oceâno Pacífico que termina onde começa a selva.

Como sempre, o destino favoreceu-nos e, assim que iniciamos a nossa busca pelo lugar onde assentar arraiais em La Libertad, deparamo-nos com o Restaurante Puerto Nuevo, na Praia das Flores, onde o dono, o simpatiquissimo Sr. Marvin imediatamente nos convidou a usar as suas instalações a bel-prazer. Quarto com vista ao mar! A Amália Frida agradeceu.

Que calor faz na América Central… e que humidade…

Aqui, todo o dia a humidade relativa do ar debe estar sempre muito próxima dos 100% e de repente começa a chover, quase sem aviso. Mas, é uma chuva estranha, completamente diferente da que estamos habituados. As gotas são super grossas e a água é quente, no entanto, não tão quente como a temperatura ambiente, pelo que estar à chuva é uma delícia pois serve para refrescar um pouquinho.

Simplesmente, de um momento para o outro, o ar parece transformar-se em água, como uma grande explosão de partículas… a chuva não parece vir do céu, mas sim criada exactamente no local em que te encontras, como se de uma conversão se tratasse. Fantástico!

O Oceâno Pacífico deu uma vez mais que de Pacífico só tem o nome, e mesmo em frente onde se encontrava a Frida, 2 jovens quase se afogavam. Valeu a ajuda pronto de pescadores locais que os conseguiram resgatar à forte corrente. Claro que as 10 cervejas que tinham bebido antes também não os estaba a ajudar muito…

Um grande Abraço a todos os Salvadorenhos, sobretudo aos que tivemos a oportunidade de conhecer pessoalmente e que tão bem representaram este belo país.

… e boas viagens para todos 😉

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